segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Onde está a música?

O ALQUIMISTA

COMO UM ALQUIMISTA

PERSEGUINDO O EQUILÍBRIO

TENTO TRANSFORMAR

ELEMENTOS INCRUSTADOS,

PERDIDOS, SOTERRADOS,

EM ALGO PRECIOSO.

TENTATIVAS DEVERAS

PERMITEM-ME ATRAVESSAR

A BARREIRA DO INATINGÍVEL.

DESPERTO O OCIOSO,

DESAGREGO COMPOSIÇÕES,

CAPTO E ISOLO ENERGIAS,

PROVOCO EXPLOSÕES.

A ARTE SE REVELA...

A ÁGUA SE TRANSFORMA EM VINHO!

ELEMENTOS MULTIPLICAM-SE,

CHOCAM-SE, AGREGAM-SE,

TORNAM-SE UM SÓ.

NÃO COMO ANTES!


Bom dia amigos!

Um dia desses estava sentado na grama em uma praça aqui de Belo Horizonte que gosto muito, a Praça do Papa. A praça fica na zona sul em um dos pontos mais altos da cidade. Do seu topo, olhando para frente, é possível se ver grande parte da nossa cidade. E se você olhar para trás você vê de perto a Serra do Curral com toda sua grandiosidade e beleza. É nas manhãs de domingo que a praça está mais colorida e alegre. Crianças, pequenas crianças brincando por todos os lados, o gramado imenso tomado por dezenas de pessoas admirando a bela paisagem da cidade enquanto tomam sua água de coco ou simplesmente olham o seu cachorrinho corrrendo pra lá e pra ca atrás da sua bolinha. Em melodia, escutam-se os violões em grande número, em diversos pontos. E pra combinar com tudo isso o rei Sol sorri, brilhando lá no alto no imenso azul do céu, o pano de fundo para essa maravilha de dia!

Já em dias muito frios a serra fica coberta pela neblina e não conseguimos ver muita coisa. Também não conseguimos ver o horizonte como antes, está tudo coberto. A paisagem perde um pouco de suas cores, ganha o cinza, a grama umidece, e por isso não vemos ninguém sentado por ali...também não é um dia muito convidativo pra se tomar água de coco, nem pra tirar as crianças de casa...a praça fica então, vazia.

A praça se transforma!...o lindo domingo passado da espaço a um domingo aparentemente triste, ou é triste para você? Muitos podem defini-lo como um domingo tranqüilo, convidativo para se ficar em casa ao invés de sair. Convidativo para se ler um bom livro, ver um filme, comer chocolate debaixo das cobertas ou simplesmente ir até a praça e curtir a paisagem nova, diferente...e nem por isso menos bonita. De certa forma tudo depende do que você quer, do que você sente....mas lembre-se; a praça continua no mesmo lugar, o horizonte está coberto, mas você já o conhece e sabe como é lindo. E você não precisa olhar pra trás pra ver como a serra é linda, você já teve essa experiência e se lembra disso também. A música dos violões e todo o resto está dentro de você...tenham uma boa semana meus amigos!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Do não saber ao saber...


Olá meus amigos, sejam muito bem vindos!
Estou criando esse blog com o intuito de destrinchar um pouco tudo que diz respeito as transformações, as mudanças que ocorrem conosco, sejam elas visíveis ou não, sejam elas fisiológicas, psicológicas, comportamentais ou....
Bom, é um tema que abrange um número quase que infinito, ou infinito mesmo, de possibilidades para discussão.

O aprendizado por exemplo, não é em síntese, a transformação de um estado em outro? Do não saber ao saber? O aprendizado é a ponte até o conhecimento...os processos que ocorrem para que essa transformação ocorra são diversos, nunca um só. Mas não é sobre esses processos que pretendo discutir aqui por enquanto...gostaria de discutir algo mais simples, e nem por isso menos importante. Os efeitos dessas transformações surgem em nós completamente inacabados, o significado será dado por nós mesmos, que muitas vezes não controlamos os estímulos mas que podemos controlar as respostas.

O que seria a "transformação" em si?
Definição (existe definição?) no próximo post.

Até mais ver!
Grande abraço...